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	<title>violência contra a mulher &#8211; Pessoa e do Val</title>
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	<description>Advocacia e Assessoria</description>
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		<title>MULHERES E A PANDEMIA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[valeria]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2021 11:21:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[divórcio]]></category>
		<category><![CDATA[divórcios na pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
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		<category><![CDATA[síndrome de burnout]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra a mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Valéria do Val No mês das mulheres, é importante falarmos sobre as mulheres.Atualmente as mulheres lideram mais de 50% das pequenas empresas e chefiam 40% dos lares brasileiros. Sempre foi alvo de comentários, reclamações e até de “enaltecimento”, a jornada dupla da mulher que “trabalha fora”, tendo que fazer seu trabalho profissional e ainda [&#8230;]]]></description>
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<p>                                                                                                          Por Valéria do Val</p>



<p>No mês das mulheres, é importante falarmos sobre as mulheres.<br>Atualmente as mulheres lideram mais de 50% das pequenas empresas e chefiam 40% dos lares brasileiros.</p>



<p><br>Sempre foi alvo de comentários, reclamações e até de “enaltecimento”, a jornada dupla da mulher que “trabalha fora”, tendo que fazer seu trabalho profissional e ainda cuidar da casa, dos filhos, do marido, etc.</p>



<p><br>De repente tudo mudou! O mundo virou de cabeça para baixo! O vírus colocou todos em casa! O trabalho há 01 ano é remoto. Não existe mais “ir para o trabalho” e focar no profissional.</p>



<p><br>Agora a mulher tem que cuidar do profissional em home office, e enquanto busca acabar uma planilha, uma ligação, fazer uma reunião, compete com a reunião do marido também em home office e tenta não atrapalhar a aula do filho que assiste as aulas online. Além disso, se vê as voltas com almoço, lanche, casa, ajudar o filho na escola, etc.</p>



<p><br>Não está sendo fácil!<br></p>



<p>Sempre falaram que as mulheres tem o “dom” de fazerem várias coisas ao mesmo tempo. Mas exageraram. É muito até para as “multitarefas”.  Tudo agora acontece simultaneamente, concomitantemente e tentar não se sentir frustrada ao final do dia por não ter conseguido desempenhar nenhum dos papéis com excelência é impossível. A sensação é de apenas equilibrar pratos, bem cambaleantes.</p>



<p><br>Tudo isso agregado a uma “coexistência” 24 horas entre cônjuges e toda essa demanda “doméstica” aos dois, tem gerado o maior número de divórcios da história. Segundo fontes oficiais, os divórcios consensuais em cartórios aumentaram 54% entre maio e julho de 2020. Em números absolutos, as separações saltaram de 4.641 para 7.213, segundo levantamento do Colégio Notarial do Brasil. </p>



<p><br>Sem falar na violência doméstica que também atingiu índices muito preocupantes. O isolamento social tem aumentado os conflitos familiares e obrigado mulheres à ficarem junto aos seus agressores direto, e sem visitas. O número de casos de feminicídio aumentou muito quando comparado com o mesmo período do ano de 2019, mas o número de denúncias diminuiu. Preocupante, certo?</p>



<p><br>Como se não bastasse, existe o cuidado com os pais e familiares idosos, principais “vítimas” do Coronavírus. Ou seja, elas cuidam de diversas “gerações”, cada qual com sua demanda específica.<br></p>



<p>A grande verdade é que as mulheres estão exaustas!</p>



<p><br>A síndrome de Burnout é considerada uma doença ocupacional que está diretamente ligada à pressão exagerada do mundo corporativo, e já existem números mostrando o aumento de afastamentos pelo INSS em razão da Síndrome durante a pandemia.</p>



<p><br>Uma das principais recomendações para evitar-se a Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Excessivo, de acordo com pesquisa da “Harward Business Review” é a demarcação de transição entre trabalho e lazer, algo que desapareceu com o advento do home office, trazido pela pandemia. Conectadas o tempo todo, possuem mais riscos de sofrer de Burnout trabalhando de casa, pois não estão conseguindo separar o trabalho dos momentos de descanso.<br></p>



<p>A supervisão da casa e do estudo das crianças, com raras exceções, continua sendo feminina. </p>



<p>Por isso, no mês das mulheres, pedimos que a maior homenagem seja um olhar mais generoso com todas. </p>



<p></p>



<p><strong>OBS:</strong> <em>Existe no Brasil um aplicativo chamado “Direitos Humanos Brasil” que foi lançado para que as denúncias de qualquer espécie de violência sejam realizadas de forma online e silenciosa.</em> <em>Mas nunca é demais lembrar que o Disque 100 e o Disque 180, continuam a funcionar normalmente.</em></p>
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