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	<title>sindicatos &#8211; Pessoa e do Val</title>
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		<title>Contribuição sindical: pagar ou não pagar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[valeria]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2018 12:02:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a reforma trabalhista, a contribuição sindical deixou de ser obrigatória. Ou seja, agora o contribuinte pode decidir se vai pagar o equivalente a um dia de salário para o sindicato.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Valéria do Val</strong></p>
<p>Com a entrada em vigor da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/lei/l13467.htm" target="_blank" rel="noopener">reforma trabalhista</a>, em novembro de 2017, a contribuição sindical deixou de ser obrigatória. Antes, todos os trabalhadores deveriam recolher um dia de salário para o sindicato que representa sua classe. Agora, cabe ao contribuinte decidir se pagará ou não o valor indicado.</p>
<p>Desde então, muito tem se questionado acerca da legalidade desse fato. Alguns juristas alegam que apenas uma lei complementar poderia extinguir o tributo. Já outros concordam com a decisão do Governo Federal e apoiam o fim de cobrança obrigatória. As decisões dos últimos seis meses têm dado razão ao segundo grupo.</p>
<p>Os sindicatos, como os principais impactados pela reforma, têm feito pressão para voltar a receber as contribuições. Muitas empresas receberam cartas desses órgãos requerendo o pagamento e nos questionaram se devem ou não recolher os valores. Alguns sindicatos chegaram a alegar que, em função da realização de assembleias entre filiados, a contribuição ficou determinada por convenção coletiva.</p>
<p>Essas assembleias, porém, acabam sendo realizadas na presença de pouquíssimas pessoas e não manifestam a real vontade do trabalhador. Além disso, existe um requisito legal chamado anuência expressa, que nada mais é do que o direito à liberdade de associação profissional. É graças a ele que os trabalhadores têm o direito de não sofrerem, sem sua expressa e prévia anuência, qualquer cobrança estabelecida em convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho.</p>
<p>No escritório Pessoa e Do Val, orientamos nossos clientes a solicitarem manifestações expressas de vontade, realizando o pagamento apenas daqueles que desejarem fazê-lo. Isso porque o próprio Presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), <a href="https://www.jota.info/tributos-e-empresas/trabalho/tst-posicionamento-contrario-contribuicao-sindical-obrigatoria-16042018" target="_blank" rel="noopener">em decisão liminar</a>, reafirmou seu entendimento contrário ao recolhimento obrigatório do imposto. Mesmo assim, existem diversas ações no Supremo Tribunal Federal (STF) requerendo a inconstitucionalidade desse ponto da reforma.</p>
<p>Em tempos ainda nebulosos, recomendamos que todos aguardem até que essa questão seja pacificada. Por via das dúvidas, os pagamentos devem ser feitos apenas pela vontade expressa do trabalhador.</p>
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