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	<title>CSSL &#8211; Pessoa e do Val</title>
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	<description>Advocacia e Assessoria</description>
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		<title>Exclusão do ICMS nas operações de venda e importação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[valeria]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 May 2018 20:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Tributário]]></category>
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		<category><![CDATA[exclusão icms; icms não é faturamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O STF excluiu o ICMS da base de cálculo do PIS e da Cofins nas operações de venda, por entender que o ICMS não pode ser considerado como faturamento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Cristiano Pessoa</strong></p>
<p>Como já amplamente divulgado, em <a href="http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=338378" target="_blank" rel="noopener">março de 2017</a> o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu a favor do contribuinte no julgamento do <a href="http://www.stf.jus.br/arquivo/cms/noticiaNoticiaStf/anexo/RE574.706PR.pdf" target="_blank" rel="noopener">Recurso Extraordinário nº 574.706</a>, com repercussão geral, e excluiu o ICMS da base de cálculo do PIS e da Cofins nas operações de venda. A razão para isso é bem simples: os ministros consideraram que o ICMS não pode ser considerado como faturamento.</p>
<p>Esse entendimento já vinha se formando no STF há bastante tempo. Um exemplo foi o julgamento do <a href="http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=277026" target="_blank" rel="noopener">Recurso Extraordinário nº 240.785</a>, em outubro de 2014. Nele, o ministro Marco Aurélio de Melo fundamentou seu voto da seguinte forma:</p>
<blockquote><p><em>“A base de cálculo da Cofins não pode extravasar, sob o ângulo do faturamento, o valor do negócio, ou seja, a parcela percebida com a operação mercantil ou similar. O conceito de faturamento diz com riqueza própria, quantia que tem ingresso nos cofres de quem procede a venda de mercadorias ou à prestação dos serviços, implicando, por isso mesmo, o envolvimento de noções próprias ao que se entende como receita bruta.</em></p>
<p><em>(&#8230;)</em></p>
<p><em>Descabe assentar que os contribuintes da Cofins faturam, em si, o ICMS. O valor deste revela, isto sim, um desembolso a beneficiar a entidade de direito público que tem a competência para cobrá-lo. A conclusão a que chegou a Corte de origem, a partir da premissa errônea, importa na incidência do tributo que é a COFINS, não sobre o faturamento, mas sobre outro tributo já agora da competência da unidade da Federação.”</em></p></blockquote>
<p>Contudo, não podemos esquecer que a exclusão ocorre tanto nas operações de venda quanto nas de importação e que é possível buscar a restituição dos valores pagos nos últimos cinco anos. Se a sua empresa recolheu o PIS e a Cofins dessa maneira, estaremos à sua disposição não apenas para buscar a exclusão do imposto, mas também para tentar a restituição.</p>
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